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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Girl Next Door


Se para muitas fazer 30 anos traz uma certa angústia de estar envelhecendo, para Sarah Oliveira essa é uma idade a ser comemorada – e exibida

A ex-VJ e repórter paulistana Sarah Oli­vei­ra, 30, é daquelas meninas tão acessí­veis que poderia ser sua vizinha ou amiga da sua irmã. Mignon, a morena de 1,60 metro passa longe do estereótipo de musa. Traz em sua apa­rência a arma mais poderosa de uma repórter cujo foco principal é interagir com seus colegas de Projac: a discrição. É quase certo que, se tivesse nascido com o corpo de uma Juliana Paes, suas chances como entrevistadora que rapidamente estabelece uma relação de intimidade com os entrevistados seriam quase nulas. Ela não in­timida, ao contrário, aproxima.


Sarah está anos-luz de ser feia ou desajeitada. Tem um corpo proporcional, construído ao longo de uma vida inteira devotada ao balé clássico (foi profissional) e ao Pilates, que faz desde os 16 anos, quando ninguém sabia o que era isso. Seu rosto tem – no sorriso fácil e nos olhos pequenos – outra de suas armas, a simpatia. Simpatia com a qual conquistou seu primeiro emprego como estagiária da rádio 89FM de São Paulo, no primeiro mês de faculdade. De lá foi para a MTV, onde virou ídolo teenager apresentando o Disk MTV, e depois de alguma insistência resolveu aceitar o desafio de abandonar a “família MTV” e encarar a Globo, onde está, desde 2006, atuando como repórter.


Você acabou de fazer 30 anos. Essa idade te pegou de alguma maneira?

De jeito nenhum, pelo contrário, fiquei muito feliz, fiz o maior festão aqui em casa, queria falar para todo mundo que eu tinha 30 anos! Mas eu não me sinto com 30, sou baixinha, tenho cara de 20, é bom porque assim ninguém fica me cobrando quando vou ter filhos!

E você quer ter filhos?

Quero sim, meu marido já me cobra há uns três anos, mas já resolvi: só em 2010 vou começar a pensar nisso.

Se você não fosse jornalista.

Certamente seria nutricionista. Para mim você é o que você come e eu sempre tive a alimentação super-regrada por causa do balé e também por causa da minha mãe, que se preocupava muito com isso. Não como carne desde menina, não tenho ideia de qual é o gosto de uma Fanta Uva. Chocolate, estou sempre fazendo promessa porque ele é meu problema.

E o grande mico de beleza?

Ah, todas nós usamos calças semibag, né? [Risos.]

Torradinha
“Adorava tomar sol, mas aos 25 parei porque minha pele começou a manchar. O Star Bronze, da Lancôme, é incrível, te deixa com cara de saudável”

Desde os 13
“Desde os 13 anos passo óleo de amêndoas no corpo. Gosto de tudo de amêndoas, uso o esfoliante da L’Occitane também”

Emília
“Para mim é imprescindível tirar a maquiagem assim que acabo de gravar. Este demaquilante da Lancôme para a área dos olhos é excelente”


Gluglu
“Meus momentos perua são os tratamentos na clínica Santé. Essas coisas para celulite como ultrassom funcionam para mim, que corro e sou magra”

A melhor dica de São Paulo
“O pessoal deste salão faz milagres, quem me indicou foi a Didi. Se você precisa que seu cabelo cresça, o Shampoo Laces and Hair é o lugar”

Olhos nos olhos
“Desde menina copio minhas tias e uso um creminho para o redor dos olhos. Sempre de marca boa, mas sem fidelidade”


Panda
“Quem me ensinou a maquiar foi a Marina Person. Eu tenho olheiras e sempre usei corretivo, mas a Marina me ensinou todo o resto”

Escudo
“Não saio de casa sem filtro solar no rosto de, no mínimo, FPS 40. No corpo uso 15. Trabalhei nos verões da MTV e minha pele manchou um pouco”

Meus heróis
“O Charles (na foto), da Retrosaria, faz a melhor pele que eu conheço. É ele quem me maquia. Já meus cabelos ficam por conta do Ricardo Cassolari”

Fonte

terça-feira, 28 de abril de 2009

Cabelos Brilhantes aos 20, 30 e 40 anos

[Dr. Ademir Jr] O que diferencia os cabelos nestas fases da vida? Leia artigo e saiba mais.


O que diferencia os cabelos nestas fases da vida?

Há coisas realmente relevantes quando pensamos em cabelos femininos e suas faixas etárias?

A resposta é sim. Porém, apesar de podermos encontrar mudanças nos perfis metabólicos das mulheres nas devidas faixas etárias não podemos nos esquecer que quando se fala em cabelos, uma estrutura que se coloca sem capacidade de regeneração quando está fora da pele, os hábitos de cada um tem um efeito significativo.

No contexto geral as principais diferenças capilares nas faixas diferentes etárias estão relacionadas a questões hormonais. E creio que isto tem alguma relevância para a confecção da matéria por conta de ser algo que é independente do meio externo.

Porém, ainda valorizamos: uso de métodos anticonceptivos hormonais, alimentação, exposição dos cabelos aos raios UV, prática de esportes em meio aquático (piscina ou praia), cigarro e químicas diversas.

20 anos

No que diz respeito ao metabolismo feminino, é esperado que a mulher na faixa dos 20 anos, que tenha hábitos saudáveis e que não se submeta a químicas diversas e frequentes, apresente uma produção significativa e equilibrada de substâncias que hidratam os fios de cabelo. Nestes casos o brilho dos cabelos é mais uniforme e a tendência é a de que os fios sejam bonitos.

Excessões ocorrem nas que produzem excesso de oleosidade pelo couro cabeludo, quando os fios ficam ensebados, pesados e apesar do brilho, este não se mostra realmente com um brilho bonito. Isto por conta ainda da proximidade com a adolescência que promove modificações importantes nos perfis hormonais destas mulheres.

30 anos

Com 30 anos as secreções femininas tendem a ser mais equilibradas e os cabelos tendem a ser mais bonito e saudáveis.

40 anos

A proximidade com a menopausa e a entrada de muitas mulheres nesta fase da vida feminina já nesta década de vida faz com que os cabelos tenham uma tendência a serem mais secos, sem brilho e fragilizados.

No geral, estas são considerações básicas sobre os cabelos nestas faixas etárias. Porém não devemos deixar de considerar as variáveis que estão presentes no dia-a-dia de todos.

Xampus:

· Quanto mais estudos conseguimos fazer no que diz respeito ao uso de xampus, mais verificamos que estes produtos podem causar danos importantes aos fios através da eliminação lenta e progressiva de elementos da cuticula dos cabelos e de componentes hidratantes presentes nos fios.

· O uso exagerado de xampus pode realmente mexer na estrutura e causar perda de brilho capilar.

Clima:

· O sol resseca e agride algumas das proteínas da pele deixando-os fragilizados e com cor e brilho comprometidos

· Água do mar e piscina (dependendo do tratamento), podem deixar os cabelos pesados, sem brilho, sem maleabilidade

· Vento, baixa umidade do ar e ar condicionado podem deixar os cabelos mais secos e fazê-los perder o bilho.

Alimentação:

· Alimentação equilibrada em proteínas, carboidratos e lipídeos é importante para a boa saúde dos cabelos

· Um exemplo típico disto é a baixa qualidade dos cabelos os desnutritos em qualquer um dos elementos acima citados.

· Apesar das divergências entre nutricionistas, nutrólogos e especialistas quanto a comer ou não a carne vermelha para a saúde do cabelo, sou favorável a quem come (desde que seja carne magra – não quero cabeludos morrendo por conta de colesterol elevado). Quanto mais vejo pacientes que não comem a carne vermelha e percebo a dificuldade que eles tem de melhorar a qualidade (e às vezes a quantidade), de seus fios, mais acredito na importância destes alimentos como base para cabelos saudáveis.

· Óleos essenciais são sempre bons para a saúde dos cabelos (azeite, grãos, castanhas, peixes).

Anticonceptivos Hormonais:

· Há anticonceptivos hormonais que melhoram e que pioram a qualidade dos cabelos. E o mais interessante é que depende do metabolismo de cada indivíduo. Algumas mulheres se beneficiam com um tipo de hormônio contido em uma pílula “X” enquanto outras mulheres apresentam seus cabelos piores quando usam a mesm pílula. Tuo depende da interação destas com o organismo de cada um, mas no geral algumas pílulas promovem aumento exagerado da oleosidade do couro cabeludo e cabelos.

Cigarros:

· O hábito de fumar impregna o cabelo de elementos pesados que tiram o brilho e deixam os cabelos fragilizados.

Químicas:

· Há químicas que combinam perfeitamente om alguns cabelos. Estas mesmas químicas podem não combinar com outros. Como eu costumo dizer: VIVA A GENÉTICA E SUAS DIFERENÇAS!!!

· Infelizmente o exagero que algumas mulheres fazem em seus cabelos com o passar repetitivo de algumas químicas ou a somatória de químicas diferentes realmente agride e provoca danos gradativos aos fios.

· Isto vale para qualquer tipo de química, de tintura a alisantes ou produtos para permanentes.

A recuperação do brilho capilar

A escolha por xampus suaves (pouco sal, ingredientes naturais), pode fazer diferença quando se quer manter o brilho dos cabelos. Lavar com frequência de dias alternados (e aquelas que conseguem, a cada 2 dias), pode também ser algo importante.

Um bom condicionador ajuda pois colabora com a repoição de elementos que o cabelo perde nas lavagens ou por conta da exposição ao meio ambiente.

Em alguns casos, quando os cabelos são mais porosos e desidratados o uso de produtos leave-in são indicados pois ajudam a reter a água nos fios. Como a água é um dos elementos que melhora o brilho dos cabelos, esta é uma boa sugestão.

Máscaras hidratantes são fundamentais. Há quem necessite delas 1 a 2 vezes por semana. Outros necessitam a cada 15 a 20 dias. Estes produtos repõem de maneira profunda alguns elementos como proteínas que são essenciais para a saúde capilar. O resultado são abelos mais fortes, bonitos e com mais brilho.

A cauterização ou selação com queratina vem sendo uma boa indicação para melhora da qualidade e do brilho capilar. Ajuda, entre outras coisas a manter os cabelos hidratados e a uniformizar a superfície das células da cutícula dos cabelos. O resultado só pode ser mais brilho.

Dr. Ademir Júnior – Medicina Capilar (Tricologia) / Dermatologia
www.ademirjr.com.brademirjr@ademirjr.com.br – Tel (11) ) 3864-3967 / (11) 9495-4159

Do jeito da Didi - Saiba quais são os segredos do sorriso da apresentadora Didi Wagner


Família, sorvete e nenhuma preocupação em excesso: os segredos do sorriso da apresentadora Didi Wagner

A beleza sobressai em Didi enquanto ela está ocupada fazendo um tanto de coisas. Não que ela não seja vaidosa, afinal, já trabalhou como modelo, é apresentadora e, claro, se preocupa com a aparência – sabe, por exemplo, que o cabelo muito escovado não lhe cai bem. “Prefiro um jeitão mais bagunçado. Poxa, lido com a aparência desde os 17 anos, já deu para aprender alguma coisa, né?”, brinca. Mas Didi incorpora à rotina os cuidados de beleza sem dramas, como o sobe-e-desce das escadarias do metrô – um ótimo exercício para quem mora em Nova York. “Também tento seguir todas as etapas de lavar, tonificar e hidratar a pele de manhã e à noite, mas, às vezes, não dá.”, confessa. O sorriso, sua marca registrada desde os tempos de VJ da MTV, é resultado da personalidade comunicativa dessa paulistana de 33 anos. Hoje vive na Big Apple, com o marido e as pequenas, Laura, 5, e Luiza, 3, enquanto espera a terceira filha. Didi grava duas vezes por semana o programa Lugar Incomum, do Multishow, leva as crianças à escola, faz provas de roupa, responde emails, toma frozen yogurt de chá verde e aproveita para ousar no visual. “Me arrisco mais em Nova York. Dá para tentar mais coisas, brincar com a roupa sem se preocupar tanto com o que os outros vão pensar. As pessoas aqui são mais na delas”, conta. Outra vantagem da cidade são as opções saudáveis de restaurantes. “Não tenho o menor talento na cozinha, e a gente acaba comendo muito fora”, justifica. “Como não é uma cidade junkie, dá para comer leve. Tento passar isso para as meninas, mas é difícil porque criança adora uma bala, né?”

E a que guloseima você não resiste?
O meu lance é mesmo o chocolate. Quando dá vontade de doce, esse é meu negócio.

Trabalhando na TV, você se habituou a usar mais maquiagem? Como gravo e vou bastante a eventos em que tenho que estar maquiada, sempre que posso prefiro ficar sem. Uma das coisas que me fazem não usar é ver as mães das colegas das minhas filhas na escola. São aquelas americanas over, exageradas.

Você não é uma mulher de exageros, então? Olha, o maior crime dessa linha é preenchimento labial, que deixa aquele bico de pato. Nunca vi um que tenha dado certo e acho bem menos sexy um lábio artificial do que um natural, pequenininho.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Cara pintada - A maquiadora Vanessa Rozan se veste de acordo com seu humor

Entre grifes e brechós, a maquiadora Vanessa Rozan se veste de acordo com seu humor. Só não abre mão de joias e do filtro solar

No mundo de quem trabalha com make (leia-se maquiagem), são comuns assun­tos como: “O rímel mais incrível pra olhos pe­­que­­nos” ou “um blush tudo de bom em tom alaranjado”. Com a paulista Vanessa Rozan, 28 anos, não é assim. “Quer uma dica va­liosa?”, per­gunta. “Use filtro solar todos os dias.” Esse é um há­bito que ela cultiva desde me­nina. Vanessa é as­sim: sim­ples e sábia. E isso trans­pa­rece em suas rou­pas des­com­plicadas, sempre mes­cla­das a joias e aces­sórios – duas coisas que adora.
Formada em publicidade, Vanessa já fez cur­sos de artes plásticas, de cabeleireira e de mo­vi­­men­tos sociais. “Sou cu­riosa”, ex­plica. De ma­quia­­­­gem, sempre gos­tou e foi in­ves­tir no ramo em 2002. Hoje, afirma, é o que ama fa­zer.

Nomeada principal maquiadora da M.A.C na América Latina, ela viaja bastante para os even­tos de moda no exterior, e é quando renova suas téc­ni­cas com maquia­dores top do mundo. Sua rotina é repartida em reu­niões, editoriais, fotos e gravações da ver­são bra­sileira do programa Es­­quadrão da Moda, no SBT, em que é co-apre­sen­tadora. Va­nessa ainda se de­dica a um re­cen­te projeto pessoal, o Liceu da Maquiagem, um mix de salão com escola para ma­quiadores, de apenas 25 me­tros quadrados. A seguir, sete dias de sua rotina às avessas.


Terça-feira

“Gosto de escolher os apetrechos que uso em meu trabalho, por isso, vou à 25 de Março e à Liberdade comprar materiais para um editorial. A peça de que mais gosto no meu look de hoje é o colar. Tem tudo a ver comigo!”

Colar feira do MuBe

Corrente Jack Vartanian

Regata Complot, da Argentina

Relógio Pulsar Vintage

Bolsa Elisa Atheniense

Casaco Forever XXI

Calça J Brand

Sapatilha Urban Outfitters

Entre pranchas e paetês - Saiba os segredos de beleza de Raquel Zimmermann



Ela surfa e toca guitarra. Anda de skate e não resiste a um bom churrasco. Mas, entre uma coisa e outra, Raquel Zimmermann é também a atual modelo número um do mundo

Cabelos ressecados e joelho esfolado ela não tem. Mas Raquel Zimmer­mann, 25, jura que sabe se equilibrar no skate e que as aulas de surf que pra­tica há dois anos já foram suficientes para conseguir dropar pequenas ondas so­zinha. “De­­pois que le­vei um tombo e quebrei o pulso andando de skate, decidi mudar de esporte, já que na água não tenho chance de quebrar a cara”, diverte-se a mo­delo nú­me­ro um do mundo.

Com 1,80 metro de altura, loira e linda, ela acha que o que vale mesmo é a beleza interior. É queridi­nha de marcas como Marc Jacobs e Animale e, no entanto, o que a dei­xa encantada é saber que faz aniversário no mesmo dia que Sigmund Freud.

Enquanto conta, empolgada, que sua referência de moda é a roqueira americana Patti Smi­th, a gaú­cha mistura o inglês com o português e interrom­pe frases por não lembrar as pa­la­vras, resultado dos no­ve anos vividos em No­va York, onde mora desde o início da carreira.

Modelo desde os 15 anos, Raquel não perdeu a dis­crição, refletida na postura retraída que traz desde a adolescência. Nes­­sa época, estava longe de causar frisson aon­­de chegasse, como acontece atualmen­te. “Quando vou a um museu, por exem­plo, me visto mas­­cu­li­na­mente: cabelo preso, ca­miseta e tênis, pa­ra não chamar a atenção”, confessa.
Ela nem parece o mesmo mulherão dos editoriais de moda quando fala sobre a vida e os apertos que pas­sa uma menina que calça 41, como ela, para conseguir os sapa­tos dos seus sonhos. “É uma tristeza achar al­gum do meu número. Nunca poderia ser a Cin­derela. Só po­de­ria ser a irmã bruxa de­la”, brinca. “Vai ver é por is­so que gosto de usar botas de motoqueiro. A gente tem que saber se adaptar.”
Raquel acredita que, procurando bem, todo mundo encontra a sua própria beleza.

Como você é às seis da manhã? Sou mal-humorada. Tem dias, antes de sair para um trabalho, que olho no es­pelho e penso: “Nossa, o que eles estavam pensando quando me chamaram?”. Mas, depois de um café, volto e penso que, se me contrataram, é porque alguma coisa de bom devo ter [risos].

É chato ser bonita?
Chato não é. É uma graça de Deus. Mas não é tudo. Pa­rece estranho falar que o que importa é a beleza interior e, no fim, es­tou lá, vendendo que você precisa ser ma­gra e maravilhosa. Mas acho que isso não dura, sabe? A pessoa que vo­cê ama, por exemplo, só vai continuar con­tigo se você for legal, independentemente de você ser bonita.

Entre nascer linda e burra ou ser horrível e inteli­gen­te, escolheria o quê?
Ser bo­ni­ta é bom, mas nascer uma Eins­­tein seria incrível! Só de saber que o Freud fazia ani­versário no mesmo dia que eu, já fi­quei superfeliz. Imagina então ser uma Eins­tein?

Ainda é bom ouvir elogios?
Não vou dizer que não. Mas sem­pre bate o jeito da Ra­quel intro­ver­tida: “Vo­cê acha mesmo?”.


1. De olho
“A mulher tem de saber quais as coisas que a ajudam em uma maquiagem. Gosto de usar curvex para deixar meus olhos mais abertos. O da Nars é muito bom”

2. Sem encanações
“Nos desfiles da Victoria’s Secret, eu tinha que usar lingerie. Mas nunca tive problemas com isso, não tenho encanações com o meu corpo”

3. Ajudinha
“Gosto de um look mais natural, mas é cla­ro que esse natural é conseguido com uma ajudinha. O blush e o rímel da Shiseido são excelentes”

Fonte: TPM

 
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